Rejuvenescimento-empresarial

Rejuvenescimento Empresarial

 Publicações da RGCE
Publicações da RGCE

Rodrigo Gimenez - Sócio Líder

Para começar a escrever esse artigo, escolhi um trecho de um livro que recentemente li, chamado: “The Imagination Machine”, dos autores: Martin Reeves e Jack Fuller, ainda não lançado em Português.

“Muitos grandes negócios foram fundados em um ato de imaginação, trazendo novas possibilidades para o mundo. O mundo empresarial, precisa de imaginação como nunca antes foi exigido, tanto para se reinventar em um momento em que a vantagem competitiva desacelera muito rapidamente, tanto para responder à substituição iminente de tarefas de rotina pela IA (Inteligência Artificial) e desafios sociais complexos. Devemos explorar nossas capacidades misteriosas, o que chamamos de “A Máquina da Imaginação”, entender como ela funciona e como pode ser sistematicamente aproveitada por organizações que buscam se rejuvenescer. Estabelecer uma agenda para sim abraçar a tecnologia, mas ao mesmo tempo, reumanizar as empresas, aproveitando essa capacidade humana única.”

Nunca foi tão crucial se reinventar como nos dias de hoje. E assim como as pessoas vêm sentindo essa necessidade de reinvenção, também as empresas têm sido obrigadas (por bem ou por mal) a terem uma nova postura.

Essa necessidade vem não somente pelo momento global que estamos vivendo diante de uma pandemia, de mudanças climáticas e tudo o que isso gera, mas já vinha sendo sentida desde que a tecnologia se tornou peça tão essencial na vida individual e coletiva.

Vemos cada dia mais a tecnologia presente em todas as áreas e muitos tentando entender, até que ponto ela é capaz de resolver demandas e até que ponto o ser humano e suas inúmeras capacidades são insubstituíveis. Esse ser insubstituível é, e sempre será, o ator principal.

Parece óbvio que o ser humano não seja substituível em todos os âmbitos, porém temos visto em alguns momentos essa substituição ser feita e as consequências disso, se ainda não chegaram, chegarão com certeza.

A leitura desse livro (de onde retirei a citação do início do artigo) tem me feito refletir sobre o assunto. Principalmente seu início: Muitos grandes negócios foram fundados em um ato de imaginação…”. Revivendo, inclusive, fatos históricos que nos fazem entender o que estamos vivendo hoje.

Ele fala sobre usar a imaginação. Eu, mais racional que sou, não sei se daria esse nome, mas compreendo e concordo que o rejuvenescimento é preciso e que o respeito e valorização de características que só os seres humanos possuem é o que de fato, sempre será o grande diferencial das empresas.

E pensando nisso, posso até entender o porquê de falar em imaginação, pois ela é uma capacidade do ser humano. Nenhum outro ser é capaz de imaginar, criar baseado somente em ideias não palpáveis. Essa é uma característica e habilidade intrinsicamente humana.

Se buscarmos no dicionário o significado de imaginação, veremos algo como:

“Faculdade de representar objetos pelo pensamento” ou “Faculdade de inventar, criar, conceber”. Fico com a última palavra: conceber.

As empresas que compreenderem isso fazendo um balanço ideal entre as vantagens tecnológicas e as habilidades humanas, certamente terão melhores resultados daqui em diante.

Faz parte desse balanço o pensar sobre até que ponto a transformação digital vai ser útil, se esquecermos o lado humano. Valorizar capacidades que só o ser humano tem, conhecimentos e maneiras que só o humano faria é o pulo do gato do momento.

Pensando historicamente, podemos relembrar da Revolução Industrial onde as máquinas tomaram os lugares de muitos trabalhadores, mas que em dado momento se percebeu que nem tudo poderia ser feito por elas. Uma analogia simples, mas que funciona bem aqui.

Esse rejuvenescimento empresarial passa então por compreender os momentos atuais, aliar de forma balanceada a tecnologia e as características humanas, e se manter tendo resultados num mundo onde a mudança é constante.

Podemos dizer que a tríade do momento, pensando em alcançar melhores resultados como empresa e sobreviver na atual conjuntura é: imaginação, rejuvenescimento e uma palavra que acabei de inventar aqui: “reconcepção”. Esta reconcepção é necessária nas empresas. Pensem nisso…reinventem, recriem, reconcebam, antes que seja tarde.

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