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Como fazer negócios em 2022?

 Publicações da RGCE
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Rodrigo Gimenez - Sócio Líder

Como fazer negócios em 2022?

 

Lendo o título do artigo, tenho certeza que muitos se identificaram e que outros tantos dirão que nunca deixaram de fazer negócios.

Não importa em qual desses lados você esteja, importa que vivemos um momento histórico, diferente de tudo o que a maioria já viveu e que é preciso pensar em como alavancar os resultados nesse cenário.

Os que estão pensando em ler o artigo porque querem saber como, precisam mudar a forma como enxergam suas empresas. Os que dizem que não deixaram de vender e ter lucros, certamente já pararam em algum momento desses últimos dois anos para repensarem suas estratégias.

Podemos dizer que posicionamento é a alma do negócio e vou elucidar o porquê.

Sempre foi, na verdade, mas nos dias de hoje se tornou mais que essencial.

Vemos todos os dias notícias e mais notícias de empresas e figuras públicas sendo “canceladas” devido a atitudes e ações não tão bem vistas pelo público. E esses cancelamentos chegam a trazer prejuízos de valores altíssimos.

Nesse artigo vamos falar sobre como se posicionar de forma assertiva e do cenário empresarial atual, mundial e brasileiro, para que se possa pensar nas mudanças necessárias para obter melhores resultados em 2022.

Nessa semana, foi divulgada uma pesquisa que mostra a preferência de investimentos de CEOs e o Brasil caiu para a décima posição e, aliás, vem caindo ano após ano desde que esteve na 3ª posição entre 2011 e 2013

A pesquisa mostra que 77% dos CEOs acreditam na aceleração da economia mundial em 2022, porém, em se tratando de Brasil, essa porcentagem cai para 55%.

Essa pequena amostragem, de uma das muitas pesquisas que estão sendo feitas, retrata bem que é preciso parar, analisar e reformular a postura empresarial para 2022.

Como está o posicionamento da sua empresa?

O que estão mostrando para o seu público condiz com a realidade? As atitudes dos membros da equipe denigrem ou corroboram positivamente para a imagem criada?

A imagem conversa com o público-alvo ou o afasta? É bem definido esse público ou “se fala com todo mundo”?

Essas são algumas das perguntas que precisam ser feitas para compreender se os ideais e valores que existem dentro da empresa reflete, de fato, os interesses dela e do público que visa alcançar.

Dois fatores enfraquecem o posicionamento: não saber com quem se fala e falar o que não se deve.

Definir o público é essencial. Essa definição pode ser mudada durante o percurso e, aliás, durante a pandemia isso aconteceu para muitas empresas. Por exemplo, uma empresa de criação de site tinha como público grandes empresas e se adequou para atender pequenos negócios e empresários individuais, pois com a pandemia todos os tipos de negócios foram para a internet.

Saber como se colocar para esse público, e para o “mundo”, é essencial. Num momento auge de pandemia, onde todos estão usando máscaras e preocupados com a situação, uma empresa que traz de volta todos os funcionários ao trabalho presencial, sem nenhum tipo de protocolo ou cuidado, tem sua atitude questionada e com isso sua imagem corporativa abalada.

As ações precisam ser muito bem articuladas e avaliadas. Não é mascarar situações, ou “fingir” uma imagem, mas sim ser coerente com seus objetivos e público. (Aquela “velha máxima” vale também para empresas: Não adianta falar, é preciso fazer para que os outros acreditem realmente em você. Não pelo que se fala, mas pelo que se faz é que você conhece “alguém”…)

2022 será (de fato) de quem “virou a página” e colocou em prática novos modelos…

Por que a afirmação acima? Simples. Movimentos tecnológicos que estavam previstos para 5 ou 10 anos aconteceram em 2 anos.

Todos estão na internet, comprando, avaliando empresas ou buscando informações.

Mudanças significativas no mercado de trabalho anteciparam e aceleraram tendências. O home office já vinha engatinhando e agora é realidade permanente para muitas empresas.

Por isso, vale fazer algumas perguntas (hoje, básicas) para checar se a sua empresa terá ou não um 2022 mais próspero:

  • Sua empresa está preparada para ser encontrada e fornecer um serviço online?
  • Como foi a produtividade no home office?
  • Qual o olhar estratégico para novos mercados?
  • Sua empresa vende produtos físicos e não tem um e-commerce?
  • Quais soluções sua empresa traz para os clientes?

…essas e muitas outras são importantes, na busca de se fazer uma empresa melhor e mais coerente com o momento atual.

Portanto empresários(as), executivos(as), arregacem as mangas, entendam onde as suas empresas estão e realizem as mudanças necessárias para fazer (mais) negócios em 2022, pois como todo plano, só saberemos o quão bom ele é (ou não) se soubermos executá-lo.

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